Diesel caro e rodovia simples desagradam empresários

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O empresário Fernando Issao Shiraishi chegou a Três Lagoas em 2003, para trabalhar com o transporte de cargas, atraído pelo desenvolvimento da cidade. “De lá pra cá, o movimento nas ruas e rodovias da região cresceu muito”, comenta.

Mesmo assim, na opinião dele, as condições de tráfego são boas. “O maior problema aqui é o preço do combustível. Chega a R$ 2,35 o litro, sendo que em São Paulo é R$ 1,90. Isso eleva muito nossos custos”, comenta. O problema está no ICMS.

Shiraishi é sócio de uma transportadora e distribuidora de gás de cozinha e de água mineral, e de uma empresa que transporta querosene de avião para várias cidades do Mato Grosso do Sul, Goiás e São Paulo.
Já o diretor-presidente da Viação e Transportadora São Luiz, Ângelo Possari, diz que, apesar da localização favorecida de Três Lagoas para o setor de logística, a região sofre com rodovias simples. “Deveriam duplicar a BR-262 até Campo Grande”, opina.

O empresário, que também movimenta cargas fracionadas com uma frota de 20 caminhões Mercedes-Benz e Volkswagen, afirma que o município sofre com a falta de alguns serviços voltados para o setor de transporte. “Ainda não temos nenhuma concessionária de caminhões. Para alguns serviços, o veículo tem que ser removido para onde existe concessionária. Mas, em termos de borracharia e peças, estamos bem servidos”, avalia.

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