O prêmio do Expresso Nepomuceno

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Luciano Alves Pereira

Todo junho, um dos pioneiros do TRC mineiro faz aniversário. Não de nascimento, mas de sua viagem inaugural como transportador. Era 1959 e, no dia 1° de junho, Agnaldo de Souza, natural de Ijaci, Sul de Minas, subia a Serra de Mairiporã (SP), na Fernão Dias, ao volante de um Chevrolet, modelo Marta Rocha, trazendo três mil quilos de ração para Perdões (MG).

Agnaldo com o filho Agnésio: à frente de uma empresa com mais de mil veículos

Pouco tempo depois, Agnaldo comprou o preexistente Expresso Nepomuceno, transferiu-o para a vizinha Lavras e, passados mais de 50 anos, transformou-o numa empresa com mais de mil caminhões que faz transporte e logística para o País inteiro.

No começo de maio, o Nepomuceno recebeu o Troféu Reconhecimento de sua cliente paulista AkzoNobel Tintas Decorativas, fabricante das tintas Coral. A indústria criou a premiação para fortalecer as relações com seus transportadores. Nessa primeira edição, a empresa lavrense ficou com o maior número de pontos nos critérios de pontualidade e inversão de produtos, práticas sustentáveis e zero acidente no ano.

O Expresso Nepomuceno abriu recentemente uma nova frente de trabalho em Costa Rica (MS), onde deverá contratar 200 funcionários para movimentar a safra de cana-de-açúcar para a ETH Bioenergia. Uma frota de 30 caminhões foi destacada para o serviço.

A Nepomuceno está investindo em estrutura. Adquiriu as instalações da histórica Empresa de Transportes Asa Branca (hoje extinta), em Betim (MG). Numa área de 20 mil metros quadrados, há três galpões, que serão readequados.

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