Transporte de carga em carreta blindada

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Aumento de casos de roubo abre oportunidade de negócios para empresas de segurança

 

O crescimento do roubo de carga abriu uma oportunidade de negócio para as empresas de segurança. É o caso da Protege, que atua há 45 anos em segurança patrimonial e transporte de valores. No final de 2012, ela passou a transportar também eletroeletrônicos, medicamentos e cigarro, em caminhões e carretas blindados.

“Atuamos principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro, levando matéria-prima do aeroporto paras as indústrias e produtos das indústrias para os centros de distribuição e grandes varejistas”, conta o diretor-geral do grupo, Mário Baptista de Oliveira. Ele explica que a empresa trabalha com carretas grandes, caminhões médios e veículos urbanos de carga (VUCs). “A demanda por nosso serviço aumenta proporcionalmente à ameaça do crime”, declara.

Oliveira diz que compensa para o cliente contratar os serviços da Protege. Embora o frete seja mais caro, a empresa consegue coberturas de seguro maiores que as transportadoras comuns. “As transportadoras que trabalham com carga de alto valor agregado têm de fracionar essa carga porque não conseguem seguro no valor total. No nosso caso, não precisamos fracionar”, alega. Além disso, segundo ele, os veículos blindados dispensam escolta. “Quando o cliente coloca na ponta do lápis ele vê que acaba compensando (transportar com a Protege)”, alega.

O diretor não revela o tamanho da frota, mas diz que ela é “relevante e está em amplo crescimento”. E o transporte de carga, segundo ele, é o negócio que, proporcionalmente, mais cresce na empresa.

O roubo de carga no Rio de Janeiro é o assunto principal da nova edição digital da Revista Carga Pesada, que pode ser baixada na App Store ou na Google Paly.

Para ler no computador, é só clicar aqui.

 

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