Cargo Connect e caminhão para transporte de gás fazem sucesso na Fenatran

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Guilherme Teles, gerente de Marketing da Ford Caminhões, diz que feira superou as expectativas

O semiautônomo Cargo Connect foi um dos sucessos da Ford Caminhões, durante a Fenatran, realizada na semana passada em São Paulo. Segundo Guilherme Teles, gerente de Marketing da montadora, parte da tecnologia do veículo estará disponível para os brasileiros “entre três e quatro meses”. E, em até três anos, todas as funcionalidades estarão por aqui.

Guilherme Teles

“É um veículo que traz muito auxílio para o motorista, com tecnologia que faz toda a diferença”, afirma. Ele cita como exemplo o aviso de faixa. “Quando o motorista está cansado e começa a comer faixa, o veículo o avisa para voltar para o centro da pista”, explica. Outra ferramenta importante é o aviso de ponto cego. “Quando vai fazer aquela ultrapassagem e não consegue enxergar direito, o retrovisor o avisa se é ou não o melhor momento.”

O gerente ainda destaca o sensor de carga, que permite ao gestor da frota, a distância, saber a quantidade de carga embarcada.

Além do Connect, outro caminhão Ford que foi vedete na Fenatran, segundo Teles, é o 1723, Torqshift, 4×2, implementado para o transporte de gás.  “Ele fez um sucesso tremendo e comprova a força da Ford em veículos vocacionados. A avaliação que eu faço da Fenatran é muito positiva. Superou nossas expectativas. É um marco da retomada do segmento de transporte e caminhões no mercado brasileiro.”

Ford implementado para o transporte de gás

 

SEMIAUTONOMIA

O Cargo Connect, caminhão com configuração 8×2 e tecnologias semiautônomas,  é equipado com tecnologias de sensores, câmera, radar e outros recursos que trazem um novo nível de produtividade, controle, segurança e conectividade para o motorista e o gerenciamento da frota. Montado sobre um protótipo Cargo 2429 8×2, o primeiro da marca com essa configuração de tração, ele traz uma série de recursos semiautônomos com grande potencial de aplicação em veículos comerciais.

Na área de segurança, o Cargo Connect traz inovações como sistema autônomo de frenagem, alerta de ponto cego, assistente de permanência em faixa, piloto automático adaptativo, alerta de fadiga e monitoramento de 360 graus do caminhão com câmeras conectadas a uma central de operações.

As suas tecnologias incluem gerenciamento inteligente de carga, sistema de leitura de placas de trânsito, ajuste automático de torque e potência conforme o peso e condições de rodagem. Tem também um sistema de diagnóstico que orienta a manutenção preventiva para evitar paradas não programadas e um aplicativo em formato de game que ajuda o motorista a conferir e comparar o seu desempenho, monitorando vários dados da sua condução.

60 ANOS

A Ford está comemorando os 60 anos do primeiro caminhão produzido no Brasil com alto índice de conteúdo nacional, o F-600. Ele saiu da antiga fábrica da montadora no bairro do Ipiranga, em 1957. Até então, a empresa montava localmente o caminhão modelo TT com componentes importados.

Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul, lembra que nestas seis décadas a marca nunca deixou de investir e inovar no segmento, projetando e fabricando caminhões para diferentes aplicações que ajudaram a construir o progresso do Brasil.

“Aproveitamos a comemoração deste importante marco de 60 anos para reafirmar o nosso compromisso com o negócio de caminhões no Brasil e na América do Sul”, disse Watters.

BONÉ ALERTA

Dentro das comemorações dos 60 anos do caminhão, a Ford também apresenta o Boné Alerta, um boné comum mas que dispõe de recursos inteligentes que ajudam o motorista a dirigir com mais segurança. Seu objetivo é alertar o caminhoneiro aos primeiros sinais de sono ao volante para fazer uma parada e descansar antes de seguir viagem. Ele é equipado com sensores que monitoram os movimentos da cabeça e emite três tipos de alerta – vibratório, sonoro e visual – ao detectar sonolência.

O Boné Alerta não tem data programada de lançamento, mas a Ford demonstrou interesse em compartilhar a tecnologia com parceiros e clientes para viabilizar a sua chegada ao mercado e o aproveitamento de todos os seus benefícios.

Confira entrevista de Guilherme Teles no vídeo:

 

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1 comentário

  1. A FORD precisa investir mais em disposição de peças para o cliente, um exemplo é um amigo que precisou de um motor do limpador do para brisa que demorou mais de um mês para ser entregue. Isso mata a marca, pois peças são o mais impostante para manter o bruto rodando!

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