- 14-09-2012

ATENÇÃO: TRC fica fora da desoneração da folha


CNT corrige informação replicada pela Carga Pesada

A Agência CNT de Notícias corrigiu a informação que a Carga Pesada havia replicado há pouco. Na verdade, o transporte rodoviário de carga (TRC) não foi incluído na desoneração da folha de pagamento. Somente o rodoviário de passageiros. Confira abaixo o texto corrigido da Agência:

O setor de transporte – rodoviário de passageiros, marítimo e aéreo – foi incluído na lista de setores beneficiados pela política de desoneração da folha de pagamentos. Anunciada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, nessa quinta-feira (13), a ação tem o objetivo de reduzir custos, aumentar o dinamismo das empresas e incentivar o crescimento da economia.

 

Com a decisão, aumenta o número de setores que podem eliminar a contribuição previdenciária patronal de 20% sobre a folha de pagamento dos empregados. Em troca da desoneração, os beneficiados pagam uma alíquota de 1% a 2% sobre o faturamento. A medida começa a valer em dezembro deste ano e a União vai compensar as perdas de arrecadação previdenciária com recursos do Tesouro.

 O governo calcula que a redução de tributos de todos os beneficiados será de R$ 12,8 bilhões em 2013, o equivalente a 0,26% do Produto Interno Bruto (PIB) – R$ 4,9 trilhões – estimado para o próximo ano. Na área de transporte, por exemplo, a desoneração chega a R$ 2,1 bilhões – a arrecadação cai de R$3,3 bilhões para R$ 1,2 bilhão com a nova política.

Segundo a Confederação Nacional de Transporte (CNT), o pacote é importante porque a tributação sobre a folha de pagamento representa um dos principais custos do setor. A redução desses custos traz mais competitividade às empresas de transporte e possibilita, por exemplo, investimentos em renovação da frota e treinamento de pessoal.

 

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Existem 3 comentários para este post

  1. Direta - 2001 disse:

    Mais uma vitória daqueles que comandam o TRC neste país. Fizeram uma lei necessária aos motoristas (ponto a favor) mas de uma forma contrária aos interesses das transportadoras (ponto contra) e agora ficam de fora dos benefícios da desoneração (ponto contra). Até esta conceituada revista ficou confusa. É de doer……….

  2. Fica a pergunta: Qual a razão da discriminação? O “TRC” não tem nenhum incentivo governamental; emprega mais de cinco milhões; padece sob as precárias condições das estradas e da total ausência do poder publico, no item segurança; é penalizado com cobrança de pedágios exorbitantes e paga um preço estratosférico sobre o disel consumido e os pneus rodados, como os demais segmentos, sua carga tributária sobre a folha de pagamento é extremamente pesada. Então, qual a razão do descaso para como o “TRC”?Augusto

  3. Inacreditável! Ainda que movimentemos 60% de toda a riqueza nacional produzida, de não sermos contemplado com nenhum incentivo covernamentel, de gerarmos mais de cinco milhões de empregos diretos, de pagarmos o ônus advindo da falta de conservação das estradas, do alto pedágio, da ausência de segurança, ainda somos DISCRIMINALIZADOS pela tecnocracia, que reconecendo apenas o transporte aéreo, marítimo, fluvial, de navegação de apoio e o transporte rodoviário coletivo (de passageiros), nos desconsidera totalmente. Por quê? Augusto92 8802-3771