Monthly archives: março 2013

Bridgestone leva filmes e Internet para a estrada

Carreta Itinerante montagem bA Bridgestone, maior fabricante mundial de pneus e detentora das marcas Bridgestone, Bandag, Firestone e BTS, deu início ao seu projeto Carreta Bridgestone na Estrada, que levará conhecimento e entretenimento aos motoristas autônomos que percorrem as estradas brasileiras. Durante todo o ano, uma carreta especialmente formatada para a ação realizará 87 paradas ao longo das principais rodovias do País, promovendo atividades nos pontos de alta concentração de caminhoneiros.

Com o objetivo de aproximar a marca cada vez mais de seu principal público, o motorista autônomo, a Carreta Bridgestone na Estrada oferecerá palestras e promoverá atividades para lazer e entretenimento, como acesso a computadores com internet e exibição de filmes nacionais para a comunidade local. Além das atividades promovidas nos principais pontos de paradas dos caminhoneiros, a carreta será utilizada também como estande móvel, marcando presença nas principais feiras regionais do segmento.

 “Com a Carreta Bridgestone na Estrada estaremos cada vez mais presentes no dia-a-dia de nosso público-alvo. Este é um projeto que promove as três frentes de aproximação: o relacionamento, o treinamento e a exposição de nossa marca. É uma maneira de nos fazermos cada vez mais presentes, promovendo conhecimento e entretenimento” afirma o Gerente Geral de Vendas Comercial da Bridgestone do Brasil, Marcos Aoki.

 Neste trimestre (março/abril/maio), a carreta realizará paradas nas principais rodovias de Sorriso-MS, Cuiabá-MT, Maringá-PR, Londrina-PR, Araranguá-PR, Paranaguá-PR, Campinas-SP, Barueri-SP, Sorocaba-SP, Juazeiro-BA e Luiz Eduardo Magalhães – BA.

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Cerca de 100 pessoas são atendidas na 1ª ação da CARTmóvel

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A inauguração da CARTmóvel, a unidade móvel da CART – Concessionária Auto Raposo Tavares para prestar serviços aos usuários das rodovias, foi um sucesso. Cerca de 100 pessoas foram atendidas dia 20 de março durante a Ação Saúde & Cidadania realizada na unidade móvel que foi estacionada no Sest/Senat- Posto Cruzadão, no km 16 da SP-327 Orlando Quagliato, no município de Santa Cruz do Rio Pardo.

Motoristas e demais interessados que visitaram a CARTmóvel, um presente da CART aos usuários no aniversário de quatro anos de concessão, fizeram uma série de testes preventivos na área de saúde. Em cerca de 20 minutos, o visitante da CARTmóvel fez testes de bioimpedância (que mede a porcentagem de gordura, de água e de osso do corpo e faz a pesagem), de glicemia, de acuidade visual e aferiu a pressão arterial. “Iniciativas como estas são importantes porque um motorista que está bem de saúde tem menor risco de envolver-se em um acidente”, frisa Cassiana Caglioni, coordenadora de Desenvolvimento Social da CART.

Ao final do circuito na CARTmóvel, os usuários receberam um demonstrativo com os resultados de testes realizados, lanche saudável e um kit com materiais informativos e educativos na área de trânsito. Nos próximos atendimentos na unidade móvel, ao apresentar o cartão de usuário, não mais precisará fazer a triagem.

A CARTmóvel complementa ações que a CART já realiza nas áreas de saúde e educação para o trânsito. “Nosso objetivo é levar, a cada dia mais, serviços de excelência aos usuários”, completa Cassiana. Todos os usuários das rodovias da CART, assim como moradores dos municípios onde a concessionária atua, poderão usufruir dos serviços da CARTmóvel.

Com programação previamente estabelecida, a CARTmóvel percorrerá todo o trecho sob concessão, de Bauru a Presidente Epitácio,  estacionando em postos de serviços e eventos que atendam pré-requisitos de infraestrutura. Neste semestre, a unidade móvel desenvolverá exclusivamente ações da CART.

A partir do segundo semestre a unidade móvel estará disponível também para ações no sistema de parceria. As solicitações para parceria com a CARTmóvel deverão ser feitas pelo site da CART (WWW.cart.invepar.com.br) e pelo telefone 0800 773 00 90 e serão analisadas a partir da segunda semana de julho.

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Shacman começa a fabricar em Tatuí neste ano

 

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“O prédio já está pronto, estamos na fase de montagem dos equipamentos da linha de produção.” A frase é do presidente da Schacman no Brasil, Reinaldo Reis Vieira. Durante inauguração da primeira loja da marca, em Cuiabá, os representantes da montadora chinesa de caminhões garantiram que a fábrica em Tatuí (SP) estará funcionando até o fim do ano.

“Importamos 100 caminhões da China e pretendemos, a partir do funcionamento da nossa unidade de produção, em Tatuí, nacionalizar a marca, ou seja: alcançar os 65% de peças e componentes produzidos no Brasil. Atualmente já estamos com 45%”, disse o engenheiro João Comelli, responsável técnico pela fabricação do Shacman no País. Segundo ele, a linha de montagem será composta por células e deverá produzir em média três caminhões da marca por dia.

A área da fábrica da Shacman no Brasil ocupa 53 mil metros quadrados, sendo 12 mil metros quadrados de área coberta. “Nossa previsão é colocar a fábrica em pleno funcionamento, ainda neste primeiro semestre”, informou Reis. Desenvolvidos em parceria com empresas americanas e europeias, os veículos da Shacman serão comercializados no mercado nacional com configuração 4×2 e 6×4. O objetivo da marca é conquistar 2% desses segmentos em dois anos.

Os modelos adaptados para o território nacional possuem motor de 385 e 420 cavalos de potência, tendo como base a plataforma de motores Cummins ISM de 11 litros, Common Rail, eixos MAN com redução nos cubos e transmissão Eaton, de 12 velocidades, ou Fast, de 16 velocidades, ambas com over drive.

A estratégia de negócio da empresa no País engloba, inicialmente, a instalação de 21 revendas em todo o território nacional. “A rede deverá cobrir todas as regiões, mas apresentará uma maior concentração nas regiões Sul e Sudeste”, informou Reis.

A chinesa oferecerá cinco configurações dos veículos para atuar nos segmentos de mineração, construção, madeira e cana, entre outros. Os caminhões começaram a ser comercializados em janeiro. Duas unidades já foram vendidas pela Golden CBX, concessionária de Cuiabá, antes mesmo da inauguração, e já estão rodando na Região de Campo Novo do Parecis (MT). A representante da fabricante chinesa informou que, em plena operação, ampliará o portfólio de produtos no país.

Os valores de comercialização dos caminhões não foram revelados, mas o diretor da revenda de Cuiabá, Gilmar Golim, garante que o preço é altamente competitivo e atraente. “Vamos oferecer um produto de alta tecnologia com um valor, posso assegurar, até 20% menor que a concorrência”, disse Golim.

O empresário Nerci Pavan, sócio da Golden, está otimista. “Estamos apostando nesse mercado que está superaquecido, motivado pelo crescimento do agronegócio. Basta ver as notícias recentes de que faltam caminhões para escoar a safra do Brasil”, disse Pavan.

No Brasil, a Shacman é representada pela Caminhões Metro-Shacman do Brasil Importadora e Distribuidora, que tem a responsabilidade da distribuição dos caminhões e peças para todo o mercado brasileiro através de uma rede que deverá totalizar 30 concessionárias completas, estrategicamente distribuídas pelo território nacional.

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Contra filas, governo pode fazer leilão de fretes

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O governo federal prepara um pacote de medidas emergenciais para tentar aliviar os problemas gerados com o início do escoamento da safra de soja e milho. O anúncio deve ocorrer ainda esta semana.

Os congestionamento quilométricos no porto de Santos e a decisão de uma grande “trading” chinesa de cancelar a compra de soja brasileira obrigaram o governo a apresentar plano para minimizar os gargalos logísticos.

Entre as ações paliativas que poderão ser anunciadas, está a abertura de espaço nos armazéns públicos nas regiões com deficit de armazenagem. A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) pode ajudar, mas tem apenas 2,2 milhões de toneladas de capacidade estática.

Outra medida que pode ser tomada é a realização de leilões para a contratação de frete destinado a regiões com carência de transporte.

A supersafra de grãos atraiu a frota de caminhões para alguns corredores de exportação, como a BR-163, e deixou áreas sem capacidade de disputar espaços nos caminhões de soja e milho.

Esse movimento comprometeu, por exemplo, o transporte de grãos para o Nordeste, onde neste momento pequenos agricultores enfrentam –além da escassez de milho– uma severa seca.

O objetivo é apresentar ações de curto prazo que minimizem problemas como a falta de armazéns e de caminhões, além da dificuldade para contratação de transporte em algumas regiões.

Só que os próprios técnicos do governo tratam as medidas como meros “paliativos”. Com a supersafra em andamento, nenhuma solução definitiva é possível agora.

A situação ganhou contornos de crise nesta semana, quando uma “trading” chinesa suspendeu a compra de 2 milhões de toneladas de soja devido a atrasos para o carregamento de navios.

Os quilométricos congestionamentos no porto de Santos também estão pressionando o governo a agir nesse momento de crise.

O pacote já deveria ter sido anunciado, mas atrasou devido a troca de comando no Ministério da Agricultura. Na última semana, o peemedebista Mendes Ribeiro Filho deu lugar ao colega de partido Antônio Andrade.

A grande repercussão dos congestionamentos e da decisão chinesa fez o governo acelerar o plano, segundo apurou o jornal Folha de São Paulo.

MEDIDAS REPETIDAS - O plano de ação está sendo coordenado pela Casa Civil, mas a montagem é feita pelos ministérios da Agricultura e dos Transportes e pela Secretaria Especial de Portos.

Como há pouca coisa a fazer agora, os três ministérios envolvidos no plano de ação devem incluir no pacote medidas já anunciadas.

Entre essas, estão: 1) mudança no marco regulatório dos portos, cujo objetivo é destravar os investimentos em terminais; e 2) novas rodadas de concessões rodoviárias e ferroviárias.

A novidade pode vir do Ministério da Agricultura. A pasta poderá antecipar detalhes do próximo Plano de Safra 2013/2014. Neste, a pasta poderá anunciar novas linhas de crédito subsidiadas para estimular a construção de armazéns, além de propor projetos de melhoria logística.

FONTE: FOLHA DE SÃO PAULO/ UOL

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Franceses estão de olho no transporte brasileiro

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Fonte: Reed Exhibitions Alcântara Machado

De olho no grande potencial do mercado brasileiro de transporte e logística, empresas da França, país considerado referência no setor, apostam no Brasil. “Transporte e logística representam em média 35% dos custos da produção industrial no Brasil. Essa é uma média muito alta e se deve a diversos fatores, principalmente à ineficiência da rede brasileira de transportes, à reduzida oferta de centros de distribuição e à atenção relativamente recente que se tem dado ao setor. A França, que sempre teve uma atuação muito forte em importação e exportação, conta, por outro lado, com séculos de trabalho e experimentação. Temos a convicção de que as empresas francesas podem contribuir muito para o desenvolvimento do transporte e da logística no Brasil”, afirma o Conselheiro em Construção, Infraestrutura, Transportes, Logística da Ubifrance Brasil, Jean-François Ambrosio.

Para fomentar negócios entre empresas brasileiras e francesas, o país europeu será o convidado de honra da primeira edição da feira Transporte& Logística Brasil by SITL, que ocorre de17 e 19 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento terá um pavilhão dedicado exclusivamente aos principais players de transporte e logística franceses.

A feira Transporte & Logística Brasil leva a assinatura da SITL (Semana Internacional do Transporte e da Logística), evento promovido em Paris pela Reed Exhibitions, na França, e reconhecido como um dos maiores do mundo no setor. No Brasil, a feira deve reunir 150 marcas dos setores de serviços de Transporte e Logística, infraestruturas logísticas, condomínios logísticos e sistemas de tecnologia da informação. 

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Bosch é o fornecedor automotivo mais admirado do mundo

Volkmar Denner

Volkmar Denner

A Bosch foi nomeada o “fornecedor de peças automotivas mais admirado” do mundo pela revista americana de negócios Fortune, na lista de 2013. A empresa ficou em primeiro lugar nos critérios inovação, gestão de pessoas, uso de ativos, responsabilidade social, qualidade de gestão, solidez financeira, investimentos de longo prazo, qualidade de produtos e serviços e competitividade global.

A pesquisa contou com a participação de executivos, diretores e analistas de 687 empresas, em 57 setores e em 30 países. Este é o segundo ano consecutivo que a Bosch foi reconhecida como o fornecedor automotivo mais admirado. A empresa ficou em quinto lugar entre as empresas alemãs “mais admiradas” incluídas na pesquisa, e em décimo quinto lugar entre todas as empresas fora dos Estados Unidos.

“O reconhecimento de nossa empresa pela Fortune é o resultado do trabalho dos nossos colaboradores. Eles se dedicam para manter um serviço de qualidade ao cliente e desenvolvimento de produtos e serviços inovadores que fascinam e melhoram a qualidade de vida das pessoas ao redor do mundo”, comenta Volkmar Denner, presidente do conselho de administração da Robert Bosch GmbH. “Estamos honrados com a relação da Bosch na lista de empresas bem sucedidas”.

Desde seu lançamento, em 1997, a lista de “Empresas mais Admiradas do Mundo” da Fortune é considerada uma importantes pesquisas de reputação de negócios. As companhias são eleitas com base no feedback dos profissionais de negócios, em uma ampla gama de setores. As empresas são classificadas de acordo com o local de sua sede.  

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Equipe de serviços da Battistella é a melhor da rede Scania

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A equipe campeã

Aconteceu neste sábado, na sede da Scania em São Bernardo do Campo, a final da competição Top Team que premiou a melhor equipe de serviços da rede de concessionárias da marca no Brasil.

Das cinco equipes finalistas, duas eram do grupo Battistella que possui 13 concessionárias Scania. Em dobradinha paranaense, a casa de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, foi a campeã. A equipe de Cascavel, no Oeste do Paraná, ficou na terceira colocação. A equipe da Codema de Guarulhos, campeã da edição anterior do prêmio, ficou com o segundo lugar.

A vencedora disputará, com outros cinco países em junho, duas vagas que darão direito a participar da final internacional, em novembro na Suécia.

“O primeiro caminhão quem vende é a área de vendas, os demais é a área de serviços”, comentou Dailton Silva, diretor da Battistella e considerado o grande responsável pelo bom resultado da empresa na competição. Com 25 anos de Scania, ele começou como Office boy na Codemaem São Paulo e hoje gerencia as 13 casas do Paraná e Santa Catarina.

Para Dailton é muito grande a responsabilidade dos profissionais da área de serviços

Para Dailton é muito grande a responsabilidade dos profissionais da área de serviços

“Nosso desafio é fazer com que o caminhão do nosso cliente fique cada vez menos tempo na oficina e o máximo possível na operação”, destacou o diretor geral da Scania Roberto Leoncini ao comentar a importância dos investimentos em capacitação das equipes de serviços da rede de concessionários.

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As cinco equipes fiinalistas: emoção na final

A competição Top Team nasceu na Suécia, em 1996, com o objetivo de qualificar e desenvolver as habilidades dos profissionais que trabalham nas rede Scania. As cinco equipes finalistas – além das classificadas, participaram da final a Brasdiesel de Ijuí e a Equipo do Rio de Janeiro – foram definidas em duas fases teóricas realizadas no ano de 2012. No total foram 183 equipes e mais de mil profissionais participantes.

“O Top Team tem uma fórmula simples: testar as habilidades dos profissionais de serviços das Casas Scania de todo o mundo. Com isso, ganham os profissionais da rede e os nossos clientes, que receberão serviços ainda melhores nas concessionárias. Nós queremos prestigiar ainda mais nossos colaboradores de serviços, pois eles são os responsáveis pela disponibilidade adequada para os transportadores garantirem a rentabilidade do seu negócio,” acrescentou Leoncini

“Para qualificar continuamente a rede por meio desta competição, a ideia é combinar conhecimento prático e teórico com o trabalho em equipe”, diz Gustavo Córdoba, gerente executivo da Scania Academy Américas, organizadora da ação em parceria com a área de desenvolvimento da rede Scania. “A fórmula da disputa é positiva, pois motiva a equipe a estudar cada vez mais e buscar o atendimento ao cliente da forma mais completa.”

Foram R$ 100 mil em prêmios distribuídos entre os vencedores. A equipe campeã da Battistella de São José dos Pinhais parte agora para a próxima fase que acontecerá no dia 8 de junho de 2013, no Centro de Capacitação da Scania, na fábrica de São Bernardo do Campo (SP), quando disputará com os primeiros colocados de Argentina, Dubai, Peru, Uruguai e África do Sul, duas vagas pela briga do título internacional, em novembro na Suécia, na matriz da Scania.

A final internacional terá 10 representantes, sendo dois das Américas, Oriente Médio e África do Sul, dois da Oceania e seis da Europa.

O Top Team nasceu na Suécia em 1996. Na primeira edição, participaram os cinco países nórdicos Suécia, Noruega, Finlândia, Dinamarca e Islândia. O ano de 2011, registrou 44 representantes, e marcou a estreia do Brasil no evento, que chegou até a final internacional com a equipe da Codema (Guarulhos – SP). A atual campeã é uma equipe da Austrália.

OS CAMPEÕES – Estes são os profissionais que compõem a melhor equipe de serviços da rede Scania no Brasil:  Ricardo Bochnia, Antonio Sergio Pereira, Marlon da Silva, Luis Fernando Londero, Alexandre Bernardino Martins e o facilitador Wagner Silva.

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Jamef faz 50 anos de constante crescimento

LUCIANO ALVES PEREIRA

 A Jamef  entra no ano do jubileu com frota superior a 800 veículos

A Jamef entra no ano do jubileu com frota superior a 800 veículos

Uma das maiores transportadoras do país, dedicada à carga fracionada,  vira cinquentenária em 2013. É a mineira Jamef Encomendas Urgentes, fundada pelo esmeraldense José Alves Martins (falecido) e os filhos Mauro e Márcio.  Eles fundaram a Transportadora Divinópolis (seu primeiro nome) em 1963, na cidade de igual nome, com um caminhão. Mas o bairrismo dos municípios vizinhos contraindicava a denominação dos Martins. Por isso, mudaram de ideia e adotaram a sigla curta e de fácil memorização, Jamef. A abreviatura compõe-se das iniciais de José Alves Martins & Filhos. A partir daí brilhou o sinergismo dos sócios, que contaram com o animado ambiente inicial do caminhonismo pátrio. Por exemplo, quanto a obras rodoviárias. Naquele ano, o então presidente João Goulart inaugurou o Anel Rodoviário de Belo Horizonte em pista única. Também o asfalto da Rio – Bahia (antiga BR-4, hoje BR-116), entre Areal no Estado do Rio e Feira de Santana (BA). Foi a maior obra do país na década e de suma importância social, comparada à Route 66 americana.

 A confiança nos negócios com caminhões estava tão aprumada que a Mercedes-Benz lançaria (1964) o seu produto de maior sucesso nas estradas, o L-1111, depois sucedido pelo L-1113 e demais variantes da linha 13, motor OM-352. Embarcada nesse train , a Jamef abriu Casa em Belo Horizonte e dali não parou mais. Márcio Martins (falecido em dezembro de 2010) era a cabeça administrativa. Em 2000, ele declarou à Revista Veículo, que conseguira crescer 20% no ano anterior, quando todo o setor amargou perdas de monta. “Tivemos elevação no faturamento e o número de clientes também aumentou”, disse. Na época, ele se referiu à estratégia da empresa que “não toma o bonde do suicídio coletivo, sempre reduzindo as tarifas”.

 Já em 2013, o diretor comercial da Jamef, Paulo Nogueirão, fala em expansão de 30% neste ano do cinquentenário. Deverá abrir mais três filais, “ainda no primeiro semestre: Feira de Santana e Vitória da Conquista, na Bahia, além de Itajaí, em Santa Catarina”. Em 2012, já havia inaugurado sete unidades no Nordeste, ou seja, na Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. “Com a nova malha, a empresa se fortalece para o falado salto de 30% neste ano”, observa.

Ele tem suas convicções. Entre outras, a continuidade do consumo interno e os mega-eventos esportivos como o da Copa do Mundo e o das Olimpíadas. “A demanda no segmento de transporte vai se elevar consideravelmente”, prevê o diretor da Jamef.  E, claro, a empresa está de olho nisso, tratando de reforçar sua atuação. Não foi à toa que Nogueirão aumentou em mais de 100% o investimento na área de Marketing. Em 2012, trouxe – segundo suas palavras – “um novo conceito para o mercado”, sob a ênfase de um slogan que propõe: “A gente sempre leva o melhor para você”. Para o ano do cinquentenário, a Jamef lança outra campanha, suportada por enunciado alusivo: “2013, um ano com muitos motivos para fazer a festa”. 

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Entidade de autônomos pede apenas 8 horas de descanso

Representantes dos caminhoneiros empregados com os ministros

Representantes dos caminhoneiros empregados com os ministros

Nelson Bortolin

A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, foi procurada nesta semana por duas entidades representativas de caminhoneiros. Uma pediu mudanças na Lei 12.619, a Lei do Descanso, e outra solicitou que o texto permaneça como está. Na quinta-feira (21), quem esteve com a ministra foi o presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Diumar Bueno.

A entidade, que sempre apoiou a lei, agora pede a redução do tempo de descanso interjonadas de 11 para 8 horas. Segundo a assessoria da CNTA, estavam na reunião, além de Gleisi, o ministro dos transportes, Paulo Sérgio Passos e a proposta teria sido “muito bem recebida”. Desde o início da semana, a Carga Pesada tenta contato com a CNTA, mas até agora não conseguiu entrevista.

Na última terça-feira, quem esteve com Gleisi Hoffman e Paulo Passos, foram os dirigentes da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres (CNTTT), que representa os caminhoneiros empregados.

José Calixto Ramos, presidente da Nova Central Sindical, à qual a CNTTT é ligada, disse aos ministros, segundo a assessoria, que a regulamentação da profissão de motorista é uma luta de 40 anos e que é “inaceitável que a lei não seja cumprida, principalmente quando se trata de condições de trabalho e vidas humanas”. Ele cobrou a fiscalização por parte do governo.

A ministra teria relatado ao sindicalista as dificuldades para a implementação da lei devido à falta de pontos de apoio para os caminhoneiros fazerem o descanso obrigatório de meia hora a cada quatro horas trabalhadas e de 11 horas entre um dia e outro de trabalho.

Segundo a CNTTT, Paulo Sérgio informou que já está quase no final o levantamento dos pontos de parada prometido pelo governo e que este estudo, na opinião do ministro, dará uma melhor condição para cumprimento da lei. Já a ministra teria garantido que a lei não será mudada no que tange à questão trabalhista.

Além do tempo de direção, a Lei 12.619 tem uma parte que trata apenas da jornada de trabalho do motorista empregado. Ela dá a esse profissional os mesmos direitos dos demais trabalhadores, ou seja, jornada diária de 8 horas e semanal de 44 horas, além de descanso semanal remunerado.

Enquanto as entidades discutem com a chefe da Casa Civil, a bancada ruralista na Câmara dos Deputados formou uma comissão para propor mudanças na lei. Preocupado com o aumento do frete, o agronegócio quer adiar o cumprimento da lei e reduzir o tempo em que os motoristas precisam ficar parados.  Clique aqui e leia m ais. 

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Empresa terá que acabar com fila em Santos

Já em Mato Grosso, ninguém é punido pelas filas para descarregar na ALL. Quem paga o pato é o caminhoneiro.

Já em Mato Grosso, ninguém é punido pelas filas para descarregar na ALL. Quem sofre com isso é o caminhoneiro.

Fonte: UOL

A Justiça determinou que a empresa Santos Brasil, que opera um terminal de contêineres na margem esquerda do porto de Santos, adote medidas para impedir que caminhões estacionem nas pistas e acostamento da rodovia Cônego Domênico Rangoni, antiga Piaçaguera-Guarujá, no litoral paulista.

Desde fevereiro, a via tem ficado entupida de caminhões que ficam parados esperando o momento de descarregar. Isso tem gerado filas que chegam a 26 km, quase toda a extensão da rodovia, no sentido Guarujá.

A situação prejudica o acesso à cidade e à rodovia Manoel Hyppolito Rego. Também provoca caos no trânsito do município, o que fez a prefeitura tentar proibir a entrada dos caminhões.

O principal gargalo é que o acesso à margem esquerda do porto é feita pela rua do Adubo, via comum de mão dupla.

Na decisão liminar (provisória), o juiz Ricardo Justo determinou à empresa prazo de 48 horas, sob pena de multa de R$ 50 mil por caminhão estacionado. Ele ainda intimou a Polícia Militar Rodoviária, que deverá fiscalizar o cumprimento da decisão.

Armazém sobre rodas

A ação foi proposta pelo Ministério Público, que afirma que a empresa não tem área para os caminhões, forçando os veículos a usarem a estrada como “estacionamento rotativo, o que está colocando os demais usuários da rodovia em risco”.

A Promotoria também citou levantamento da Polícia Rodoviária que aponta que 60% dos caminhões estacionados na rodovia tinham como destino a Santos Brasil.

Na decisão, o juiz escreveu que o estacionamento improvisado ocorre “em prejuízo de todos os demais usuários, que, de forma rotineira, se veem parados na rodovia, por horas, sujeitos ainda a toda a sorte de delitos patrimoniais”.

A Ecovias, concessionária que administra a rodovia, diz que apoia todas as medidas que melhorem a condição de tráfego no local.

OUTRO LADO

A Santos Brasil afirma que está sendo punida por um problema do qual é vítima. Segundo o diretor de operações, Caio Morel, a empresa só trabalha com contêineres, cujo descarregamento é feito sob agendamento. “As filas são causadas pelos caminhões de grãos”, afirmou.

Ele disse ainda que foi fechado um plano de contingência, em vigor a partir de domingo, em que o acostamento será usado pelos grãos e a faixa da direita pelos contêineres. 

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Carta-frete continua firme e forte

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Nelson Bortolin

Para os autônomos que transportam a safra em Mato Grosso, a vida parece que não mudou nada desde que a Lei do Descanso (12.619) foi implementada. Eles continuam trabalhando como antes. Até a forma de pagamento de fretes continua a mesma: a carta-frete, que foi proibida pela resolução 3.658 da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) em 2011, segue firme e forte por lá.

Na segunda quinzena de fevereiro, a Carga Pesada conferiu de perto a situação de Rondonópolis a Alto Araguaia. “A lei ainda não foi colocada em prática. Quando for, vai ser bom para nós, porque vai sobrar mais carga”, diz Volnei Menin, de Estação (RS).

O “vai ser bom pra nós” tem a ver com um fato recente relatado por Volnei: ele conseguiu uma carga para a Bahia porque a transportadora preferiu não mandar o empregado devido à Lei do Descanso.

Sobre a carta-frete, o gaúcho diz que ainda é usada “por baixo dos panos”. Não foi o que a reportagem viu nos postos de Rondonópolis: ali a carta-frete é trocada sem cerimônia pelos funcionários.

Fabrício Pedro Roman, de Nova Londrina (PR), diz que sua vida não mudou nada por enquanto. Ele dorme apenas quatro a cinco horas por noite. “Para mim, vai ser legal poder descansar 11 horas. Mas, do jeito que estão as estradas, sem estrutura nem segurança para descansar, nós só vamos conseguir fazer duas viagens por mês”, exagera.

Dono de um Iveco Stralis 2011 e de um bitrenzão, Fabrício fatura bruto entre R$ 55 mil e 60 mil por mês. “Sobram R$ 15 mil. Está bom. Meu pai tem propriedade no Paraná e não tira R$ 8 mil.”

Em relação à carta-frete, Roman diz que a maioria das empresas ainda a utiliza, embora esteja proibida desde maio do ano passado. Em resposta a questionamento da Carga Pesada, a assessoria da ANTT disse que os agentes de fiscalização “têm intensificado as operações com foco no Pagamento Eletrônico de Frete, inclusive dentro das dependências das empresas de transporte rodoviário de carga” em todo o País.

Nas primeiras fiscalizações, de acordo com o órgão, cerca de 90% dos transportadores abordados sofreram autuações. “Este percentual vem caindo, demonstrando o cumprimento cada vez maior da legislação”, diz a nota da assessoria.

A agência convocou uma audiência pública para o dia 27 de março, quando irá discutir propostas de aprimoramento da resolução 3.658, que instituiu o pagamento eletrônico de frete. Para saber mais sobre o assunto, clique aqui.

Para ver a cobertura completa do transporte da safra em Mato Grosso, clique aqui.

 

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Caminhões Scania são escolhidos pela PepsiCo

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Antes de decidir por uma marca para a renovação da sua frota,  a PepsiCo implantou um exigente processo de seleção com a participação dos principais modelos de entrada da categoria dos pesados. Todos os modelos, cedidos pelas fabricantes de caminhões, foram testados no dia a dia da companhia durante seis meses. Ao fim das provas, o Scania P 360 4×2 superou os concorrentes e foi escolhido para atender uma das principais empresas de alimentos e bebidas do mundo.

Rentabilidade, economia de combustível, pós-venda eficiente e robustez foram as qualidades apresentadas para os caminhões Scania vencerem os rigorosos testes impostos pela PepsiCo .

A frota será utilizada no transporte de alimentos e bebidas pelo País. Os veículos, encomendados e customizados para atender com maior eficiência à operação do cliente, já foram entregues pela Casa Scania Codema, concessionária responsável pela venda.

“Saber que nosso produto foi testado na operação real do cliente e apresentou a melhor média de economia de combustível entre seus concorrentes diretos comprova o quanto estamos no caminho certo”, afirma Victor Carvalho, gerente de Vendas de Veículos da Scania do Brasil. “Receber uma aprovação pública da PepiCo é mais um grande passo de excelência que nossa linha de caminhões conquista. É raro termos no mercado uma análise tão complexa de desempenho de rentabilidade, o que torna essa parceria ainda mais significativa para a Scania”.

A PepsiCo ressalta que a escolha da nova frota foi um investimento em qualidade e tecnologia. “Para disponibilizar ao mercado produtos com qualidade, dos quais nos orgulhamos e com valores percebidos pelos clientes e consumidores, a PepsiCo sempre busca os melhores profissionais, insumos, matérias-primas, equipamentos e tecnologia”, afirma Fabio Cancherini, gerente de distribuição da PepsiCo Brasil.

“Em transporte, não é diferente. Por isso, nesta nova aquisição de frota pesada, a PepsiCo optou por investir em equipamentos e tecnologia da marca Scania, que se destacaram em testes práticos executados em nossa operação. Com isso esperamos que a nova frota contribua ainda mais para que os produtos cheguem a seus destinos com qualidade, no tempo certo e sem custos adicionais”.
Todos os 45 Scania P 360 4×2 são equipados com motores adequados à lei de emissões Proconve P7 ou Euro 5, que entrou em vigor em janeiro de 2012 e reduz em até 80% a emissão de Material Particulado (MP) e 60% de Óxido de Nitrogênio (NOx). “Vale destacar também uma das maiores preocupações da PepsiCo, que é o meio ambiente. Ao adquirirmos caminhões com tecnologia Euro 5, sabemos que contribuiremos para a redução na emissão de gases”, completa Cancherini. “Estamos certos de que tomamos a melhor decisão e cada vez mais estaremos preparados para suportar o crescimento previsto para os próximos anos.”

Os caminhões Scania serão utilizados pela PepsiCo na maior parte do País na entrega de seus produtos em filiais (CDV´s), distribuidores e grandes clientes da empresa.

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