Clientes comprovam economia de até 10% nos novos Volvo

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Algoritmos de última geração são capazes de identificar a necessidade real de torque e potência em cada trecho

Um novo software de motor combinado com atualizações de componentes internos e um lubrificante mais avançado reduziram ainda mais os custos operacionais da linha 2020 dos caminhões Volvo FH, FM e FMX. Novos algoritmos de última geração são capazes de identificar a necessidade real de torque e potência conforme a topografia e a carga, controlando a injeção de combustível de forma ultraprecisa para reduzir o consumo.

A Usina São Manoel, com sede em São Manuel (SP), testou os novos modelos ao longo de 2018, e comprovou na prática a economia entre 9% e 10%, tanto no critério km/litro quanto litros/tonelada dos novos Volvo. De acordo com o supervisor de manutenção industrial, Wellington Germano da Silva, com o sistema de aceleração inteligente, a usina poderá economizar até R$ 700 mil por ano com combustível considerando apenas os 35 caminhões que fazem o transporte da matéria-prima.

Toshiyuki Mishima, transportador de cenoura: VM mais parecido com o FH

A linha 2020 do Volvo VM chega com mudanças na cabine que trazem benefícios práticos para o motorista e aproximam ainda mais o design do modelo ao do FH.

As alterações incluem uma nova frente, com para-choque tripartido, facilitando pequenos reparos. Para garantir ainda mais segurança, as populares luzes de posicionamento “Três Marias” aumentam a visibilidade para quem trafega na pista oposta da estrada, seja noite ou dia. Outro item de segurança é o sistema anti-intrusão (FUP) para proteger os ocupantes de carros em caso de colisões frontais com os caminhões. Um espelho frontal maior facilita manobras em espaços limitados. O segundo degrau da porta da cabine agora ficou protegido e um novo para-sol melhora o fluxo de ar para o defletor que agora é ajustável.

Wellington Germano da Silva: economia de até R$ 700 mil por ano

Toshiyuki Mishima, de Piedade (SP), testou os novos VM no transporte de cenouras e está satisfeito com as mudanças na cabine e também com a economia que está conseguindo na operação: “Agora o VM ficou mais parecido com o FH”, avalia Mishima, que usa os dois modelos na sua frota composta por 90% de caminhões da marca. Ele estima em 5% a economia de combustível proporcionada pela tecnologia de aceleração inteligente da nova linha.

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