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MORELFLEX é eleita empresa do ano 2026

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Consorcio

Premiação pelo Latin American Quality Institute reconhece gestão de qualidade, inovação, sustentabilidade e governança da recapadora

A MORELFLEX, fornecedora de tecnologia e produtos para a recapagem de pneus, acaba de conquistar um dos reconhecimentos mais importantes da gestão empresarial latino-americana. A empresa foi eleita Empresa do Ano 2026 pela LAQI – Latin American Quality Institute, instituição internacional com sede no Panamá voltada à promoção da qualidade, sustentabilidade e excelência corporativa.

Anésio Roberti, Eldon Dresch e o diretor da Moreflex, Augusto Almeida

A premiação reforça o momento vivido pela companhia, que também recebeu neste ano o prêmio Top of Quality Brasil na categoria Indústria de Reciclagem de Pneus.

Segundo os dirigentes da MORELFLEX, o reconhecimento internacional é resultado de um trabalho contínuo de fortalecimento dos processos internos, inovação tecnológica e práticas ambientais, sociais e de governança. “O reconhecimento vem pela seriedade com que lidamos com qualidade, meio ambiente e gestão de processos”, afirma o presidente da empresa, Eldon Dresch. “Nos últimos anos, focamos muito em melhorar os processos de gestão da qualidade, gestão ambiental e todas as operações relacionadas a isso.”

De acordo com o executivo, a empresa passou por uma transformação cultural interna para consolidar esses princípios no dia a dia da operação. “Não foi apenas uma decisão formal. Nós incorporamos isso na cultura da empresa e o mercado passou a olhar a MORELFLEX de outra forma.”

O diretor de marketing da companhia, Anésio Roberti, destaca que o prêmio da LAQI foi recebido como “a cereja do bolo”. Segundo ele, a avaliação da entidade considera não apenas qualidade industrial, mas também critérios ESG — sigla para práticas ambientais, sociais e de governança. “A recapagem já nasce sob o guarda-chuva da reciclagem. Nós fazemos parte de um ciclo importante de reaproveitamento dos pneus”, afirma. “Além disso, temos iniciativas ambientais, sociais e um programa robusto de qualidade dentro da fábrica.”

Segundo Roberti, mais de 5 mil empresas e 10 mil empresários participam das avaliações ligadas ao instituto latino-americano.

Inovação impulsiona reconhecimento

Os executivos atribuem parte importante do reconhecimento ao lançamento da linha MORELFLEX by Ingenious, apresentada ao mercado no fim de 2024. A tecnologia utiliza bandas de rodagem com até 20% menos matéria-prima sem comprometer desempenho e durabilidade.

Segundo Dresch, o produto alcançou recentemente a marca de 100 mil bandas vendidas sem registros de reclamações técnicas. “É um sucesso absoluto. Nós praticamente não tivemos necessidade de ajustes no produto depois do lançamento”, afirma.

A tecnologia chamada de “base zero” elimina parte da borracha que normalmente seria descartada ao final da vida útil do pneu reformado. “O que a MORELFLEX fez foi retirar 20% de lixo do mercado”, explica o presidente. “É uma patente mundial e, na nossa visão, esse será o padrão da recapagem nos próximos 20 anos.”

Roberti afirma que a aceitação do mercado superou as expectativas e já desperta interesse internacional. “Hoje já temos empresas de vários continentes interessadas em conhecer a tecnologia e discutir possíveis parcerias conosco”, diz.

Segundo ele, testes realizados por grandes fabricantes de pneus identificaram até ganhos secundários de eficiência energética e economia de combustível.

Novos projetos em desenvolvimento

A empresa já prepara um novo lançamento para o setor de recapagem. Conforme os dirigentes, a próxima tecnologia deverá proporcionar economia de até 30% no consumo de energia durante o processo de reforma dos pneus.

O produto está em fase de testes de campo e deve ser disponibilizado à rede da empresa a partir do próximo ano. “A nossa missão é usar tecnologia para gerar mais produtividade, melhor rentabilidade e menor impacto ambiental”, afirma Roberti.
Recapagem segue essencial para o transporte

Os executivos também defendem que a recapagem continua sendo indispensável para a competitividade do transporte rodoviário de cargas. “Sem recapagem, o custo com pneus no transporte praticamente dobraria”, afirma Dresch.

Segundo Roberti, a primeira reforma reduz em cerca de 35% o custo por quilômetro rodado das frotas. Com a segunda reforma, a economia pode chegar a 50%. Ele afirma ainda que até fabricantes asiáticos de pneus considerados econômicos passaram a investir em carcaças mais robustas para permitir melhor índice de recapabilidade. “O mercado percebeu que o pneu mais barato nem sempre representa menor custo operacional”, observa.

Para os dirigentes da MORELFLEX, o cenário reforça a importância da inovação e da sustentabilidade no futuro da recapagem. “A tecnologia Ingenious já está consolidada”, conclui Roberti. “Agora o caminho é expandir.”

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