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Industria automotiva projeta recorde para agosto

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Vendas de caminhões ficaram estáveis em julho

As montadoras esperam alcançar em agosto novos recordes nos números do setor. A expectativa é que o mês chegue à melhor marca da história em vendas e em produção.

O mês de agosto, que costuma ser forte para o setor, tem neste ano dois fatores positivos a mais: o número maior de dias úteis (23) e o fim da redução do IPI (termina no dia 31). A aproximação do encerramento dos benefícios costuma elevar as vendas.

O aumento da produção virá também como reflexo da redução nos estoques. Em julho, as unidades acumuladas nos pátios de concessionárias e montadoras era suficiente para 27 dias de vendas, inferior aos 29 dias em junho e mais distante do nível que levou à adoção dos estímulos, de 43 dias.

O mercado de caminhões permaneceu estável em julho deste ano. Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), houve um discreto aumento no número de emplacamentos de 0,14%. No mês passado, foram vendidos 10.709 caminhões no País contra 10.694 em junho. A queda diante de julho de 2012 é grande, de 31%.

No acumulado do ano, agora são 80.249 veículos emplacados, sendo que, de janeiro a julho de 2011, tinham sido 98.330, ou seja, uma redução de 18,39%.

Com a expectativa de um agosto forte, a Anfavea (associação das montadoras) manteve as previsões para o ano. O setor espera crescimento de até 5% nas vendas e 2% na produção. Segundo o presidente da associação, Cledorvino Belini, o cálculo não considera uma possível prorrogação do incentivo.

“Seria muito importante a renovação do IPI [reduzido], mas as informações oficiais são [de]que se encerra no final de agosto”, diz. Ele rebateu a hipótese de que as negociações com o governo tenham sido prejudicados pela ameaça de demissões na General Motors.

O setor precisará apresentar um forte ritmo forte de produção durante os próximos meses para chegar à meta. De janeiro a julho, a atividade nas fábricas foi 8,5% inferior ao nível registrado no ano passado. Houve reação em julho, com alta de 8,8% na comparação com junho, mas o ritmo ainda foi 3,6% menor do que o registrado no mesmo mês de 2011.

A aposta é que uma melhora economia, aliada à redução nos juros, possa puxar uma retomada mais robusta. “Entendemos que a economia se fortalecendo, girando todos os setores, deve ter um crescimento do setor [de veículos]”, afirma Belini.

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